Doce mel da Venezuela

Fevereiro 18, 2019 0

O mundo inteiro converge na Venezuela, onde uma vez chegados (os actores), os grandes interesses se dividem, formando dois grandes blocos antagónicos. De um lado…

Instabilidade no Zimbábue

Fevereiro 11, 2019 0

Na história da humanidade não se conhece reforma económica alguma que não tenha gerado insatisfação popular, porque as medidas correctivas a adoptar e a implementar implicam  sempre um grande aperto de cinto, com efeitos severos, sobretudo para o respectivo Povo,  que um dia António Oliveira Salazar, em vida, apelidou de “massa bruta na sociedade”.   É o que está a acontecer no vizinho Zimbábue, onde a população viu abortado o sonho de futuro de prosperidade, sem o Presidente Robert Mugabe, em virtude dos efeitos severos das reformas ensaiadas pelo Presidente Emmerson Mnangagwa, que até se viu obrigado a interromper participação no último Fórum Económico Mundial de Davos, na Suíça, para ir lidar com a violência que matava no seu país, em consequência de manifestações populares contra o aumento do preço de combustível, em triplo. O primeiro passo a dar é convencer a população de que a reforma económica em curso visa resolver os problemas criados ao longo de décadas, sendo que dificilmente se encontraria outra terapia. O próprio ambiente eleitoral que elegeu Emmerson Mnangagwa não ajudou para mobilizar os zimbabueanos para a longa e dolorosa marcha. Enquanto não houver uma relação de pertença entre as reformas necessárias por parte da população, dificilmente a reacção violenta a qualquer medida decorrente da reforma se vai evitar. Não há certeza de que as reformas terão sido precedidas de diálogo inclusivo e profundo, que pressupõe envolver todos os actores da sociedade. Só o diálogo inclusivo e profundo pode produzir o sentido de pertença por parte da população, condição indispensável conducente a uma reforma sem confrontação/violência directa entre o Governo e a Sociedade Civil. A esperança inicialmente depositada no Presidente Emmerson Mnangagwa diluiu-se, porque o que hoje está a acontecer está muito longe do que dele se esperava. Foram mais de 20 anos de um processo contínuo insustentável de má governação por que o Zimbábue passou, o que gerpou, inevitavelmente consequências económicas graves, que resvalam para uma instabilidade social. Seria total utopia assumir que isto pode ser resolvido…

Equidistante

Janeiro 29, 2019 0

A instituição Frelimo finalmente veio a público expressar o seu posicionamento relativamente ao caso das chamadas dívidas ocultas, que ganhou novos contornos com a detenção…

Viragem alguma!

Janeiro 21, 2019 0

Ficou tudo na mesma, talvez pior do que nunca. A Renamo está cada vez mais longe de uma adrenalina moderada, aquela que podia ajudar a…